Avaliação de serviços orientados ao recovery no Brasil: potências e desafios nos processos de adaptação transcultural de instrumentos de medida

Conteúdo do artigo principal

Leidy Janeth Erazo-Chavez
Ellen Cristina Ricci, Dra
Ehidee Gomez La-Rotta, Dra
Erotildes Maria Leal, Dra
Rosana Teresa Onocko-Campos, Dra
Resumo

O presente relato de experiência tem como objetivo refletir sobre à orientação ao recovery nos serviços comunitários de saúde mental, apontando os desafios e potências que surgiram no trabalho com usuários e familiares. As reflexões sobre o tema foram baseadas na pesquisa “Recovery: Instrumentos para sua aferição na realidade brasileira, através da adaptação transcultural do instrumento de avaliação Recovery Self-Assessment (RSA-R). Para o desenvolvimento desse estudo, seguimos a metodologia de Adaptação transcultural de instrumentos que inclui as etapas de tradução, retrotradução, avaliação por especialistas, dois estudos pilotos com usuários e familiares. Os resultados dessa experiência foram: o recovery trata-se de um construto ainda pouco explorado no Brasil, o instrumento objeto da pesquisa trouxe algumas práticas inexistentes no contexto brasileiro e que exigiam níveis altos de alfabetização por parte dos participantes. Em contrapartida, a nossa população tinha baixos níveis de escolarização, tornando a experiência ainda mais desafiante. Também, a partir de nossa incursão no campo, podemos identificar que a relação do familiar com os serviços é muito frágil. Os serviços de saúde mental no país precisam repensar suas práticas, principalmente no que diz respeito à inclusão e participação efetiva do familiar no tratamento. A partir desses resultados, destacamos a importância das avaliações de serviços de saúde mental, com a participação dos usuários e familiares, sendo um desafio na estruturação de avaliações sistemáticas dos serviços públicos.

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