Agravos entre jovens. Quem pratica mais bullying nas escolas de ensino fundamental (secundárias), os homens ou as mulheres?
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Este estudo analisa os papéis de Receptor, Emissor e Observador em situações de bullying escolar, utilizando uma abordagem mista que combina métodos frequentistas e bayesianos. Foi utilizada uma amostra probabilística de estudantes do ensino secundário, com o objetivo de identificar diferenças de gênero em cada categoria. Por meio de técnicas paramétricas e não paramétricas, a análise frequentista revelou diferenças significativas nos papéis de Receptor e Observador, respaldadas por valores de p e tamanhos de efeito modestos, enquanto não foram encontradas diferenças significativas no papel de Emissor. O teste de Levene confirmou a heterogeneidade nas variâncias das categorias de Receptor e Observador. Sob a perspectiva bayesiana, o teste U de Mann-Whitney, combinado com o Fator de Bayes (BF10), forneceu uma avaliação mais robusta. Os resultados bayesianos evidenciaram diferenças significativas nos papéis de Receptor e Observador, enquanto no papel de Emissor confirmou-se a hipótese nula, sugerindo homogeneidade na agressão direta entre os gêneros. Esta abordagem demonstrou ser mais eficaz no manejo de dados não normais e de variabilidade, proporcionando conclusões consistentes em condições de heterogeneidade. Os achados destacam uma maior frequência de atos de agressão contra mulheres no papel de Receptor e um papel de Observador mais ativo entre homens, evidenciando a influência do gênero na dinâmica do bullying escolar.
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